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5-Qual o risco de rejeição de um órgão?

Alguns órgãos têm um índice de rejeição maior que outros. O intestino, por exemplo, é um dos órgãos que apresenta o maior volume de rejeição, já o fígado apresenta uma boa aceitação. Mas, a descoberta de imunossupressores mais precisos ainda nos anos 1980 aumentou consideravelmente a sobrevida dos receptores de órgãos. Esses remédios devem ser tomados por toda a vida e oferecem algumas reações adversas. Por isso, é importante haver uma grande compatibilidade entre doador e receptor.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/15639-tire-suas-duvidas-sobre-a-doacao-de-orgaos

*Com informações da Agência Brasil

4-Devo mudar alguns dos meus hábitos para ser um doador?

Não necessariamente. Na ocasião da morte, os médicos especializados irão conferir o histórico médico do doador para determinar os órgãos que poderão ser aproveitados. Muitas vezes, a pessoa era fumante e o estado do pulmão não está nas melhores condições para ser doado, mas outros órgãos estão com ótima capacidade.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/15639-tire-suas-duvidas-sobre-a-doacao-de-orgaos

*Com informações da Agência Brasil

3-Somente coração, fígado e rins podem ser doados?

Não. Dentre os órgãos vascularizados pode haver doação de coração, pulmão, fígado, rim, pâncreas e intestino. Entre os tecidos, podem-se doar as córneas, pele, ossos e vasos sanguíneos. Além da medula óssea, que mais se assemelha com a doação de sangue, já que o doador se cadastra em um banco medula e só é chamado para fazer a doação quando houver compatibilidade do paciente. Segundo dados do Ministério da Saúde, atualmente a principal fila de espera é para o transplante de rim.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/15639-tire-suas-duvidas-sobre-a-doacao-de-orgaos *Com informações da Agência Brasil

2-Como posso me tornar um doador de órgãos?

Todos podem se tornar doadores. A restrição fica por conta de pacientes com Aids, com tumores no órgão a ser doado ou infecção generalizada. Segundo o gastroenterologista Wangles Soler, a doação é baseada na vontade do indivíduo e de seus familiares. "Não há necessidade de um documento que comprove a intenção da pessoa, basta que ela deixe isso claro entre seus familiares, ou que estes estejam de acordo com o procedimento". Muitas pessoas deixam de manifestar sua vontade de ser doador, dificultando a tomada de decisão da família. Pessoas de todas as idades podem ser consideradas potenciais doadoras, desde que haja uma boa condição do órgão a ser transplantado.

Fonte: http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/15639-tire-suas-duvidas-sobre-a-doacao-de-orgaos *Com informações da Agência Brasil

Tire suas dúvidas sobre a doação de órgãos

A doação de órgãos pode prolongar a vida ou melhorar a qualidade de vida do transplantado

O Dia Nacional da Doação de Órgãos é lembrado em 27 de setembro com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do transplante de órgãos. De acordo com um levantamento realizado pela Ministério da Saúde, a crise econômica fez com que o ritmo de transplantes de órgão diminuísse em 2016.

A projeção do Ministério da Saúde para este ano é de que o transplante de órgãos sólidos caia de 7.772 para 7.550 em relação ao ano passado.

Segundo a coordenadora do Sistema Nacional de Transplante, Rosana Rios Nothem, em um contexto de crise é esperado que esse tipo de situação aconteça. Em declaração à imprensa ela disse que os estados estão passando por dificuldades financeiras e qualquer modalidade assistencial acaba sofrendo algum revés diante desse cenário. E o transplante, por ser uma modalidade assistencial cara e de difícil absorção tecnológica também passa por esse problema.

No entanto, apesar da diminuição do crescimento de transplantes de órgão sólidos, o crescimento segue sustentável. A projeção do ministério da Saúde para 2016 é de que sejam feitos 24.182 transplantes, 600 a mais de que em 2015.

O médico gastroenterologista do Grupo de Transplantes da Santa Casa de Misericórdia de São Paulo, Wangles Soler, lembra que para o processo de doação ter início, o doador deve ter tido morte encefálica, o que representa entre 5% e 10% das mortes. Porém, apenas um em cada cinco casos são notificados, reduzindo-se ainda mais as chances de se encontrar um doador.


"Essa é uma luta eterna. O percentual de mortes encefálicas seria suficiente para sanar a lista de espera, mas desse total, apenas 30% são doadores. Além disso, em muitos casos não há notificação da morte cerebral". O assunto ainda envolve questões pessoais, por isso deve ser tratado com bastante atenção. Saiba a resposta para as dúvidas mais comuns sobre a doação de órgãos, nas próximas postagens aqui no Blog.

A primeira e mais importante...

1-Por que é importante doar?

A doação de órgãos pode prolongar a vida ou melhorar a qualidade de vida do transplantado. "A família do paciente que registrou morte encefálica pode optar pela doação e, com isso, saber que está beneficiando outras pessoas. E, se um dia, alguém precisar de uma doação poderá saber que terá o retorno de uma sociedade mais consciente", explica o presidente da Associação Brasileira de Transplante de Órgãos, José Osmar Medina.

FONTE:

POR ARIANE DONEGATI - ATUALIZADO EM 26/09/2013

http://www.minhavida.com.br/saude/galerias/15639-tire-suas-duvidas-sobre-a-doacao-de-orgaos *Com informações da Agência Brasil

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